O que é?

Este blog foi criado para postar textos e sonhos. Uma forma de expressar sentimentos mais secretos.Um dia comecei a escrever os meus sonhos e percebi que pareciam verdadeiras aventuras, tipo um filme ou um texto de alguma revista. Então mesmo que minha "hiena interior" ficasse me dizendo que eu pareceria ridícula, resolvi dividir isso com outras pessoas.

domingo, 6 de novembro de 2011

Sonho 7 - Retorno

Novamente estava naquele palácio, notei que era o mesmo pela enorme fonte em um dos salões. Agora eu estava na lateral de uma enorme escadaria que dava no salão principal, acima da escadaria entre a parede e o teto estátua de uma mulher com asas de anjo se destacava. O palácio estava como da ultima fez, com aparência de largado, sem nenhuma conservação, parecia que os donos tinham falido. A cozinha era vizinha ao salão principal e era enorme, mas somente lembro das altas paredes em azulejo de um azul velho e encardido e uma grande mesa de madeira não muito escura.
Minha mãe que estranhamente tinha a mesma idade que eu e mas uma outro moça estávamos passando uns dias lá e este seria o ultimo. Havia duas pequenas malas vermelhas ao meu lado e um caixão negro com um manequim dentro a minha frente. Eu falava a minha mãe que não seria possível levar essas coisas comigo mas não abriria mão delas e por isso alguém deveria enviá-las posteriormente. E minha mãe perguntou: "Mas para quê esse caixão enorme?" e eu disse que era o único jeito de transportar a boneca sem quebrar. E ela falou deixe-a. Eu totalmente contrariada com o que ela falou, disse que nunca faria isso, pois ela era minha amiga, esteve comigo quando eu precisava, não iria deixa-la. Então quis sair dar uma ultima volta, e minha mãe ficava falando que não chegaríamos a tempo de pegar o transporte e retornar para casa, mas eu insisti. Ela queria ir a praia, porém eu tinha de me depilar, mas como ela estava querendo voltar rápido para o palácio disse que iríamos primeiro a praia depois eu faria depilação, afinal não haveria ninguém na praia com aquele céu nublado.
Na praia não havia ninguém mesmo, somente nós três. A faixa de areia era bem estreita e a areia escura e grossa. As nossas costas havia um enorme rochedo muito negro e o mar fazia pequenas ondas de água muito escuras, soprava uma brisa; ficamos ali um tempo olhando, logo as duas retornaram e eu segui para a cidade, mas antes de ir fazer a depilação precisava ir a farmácia, encontrei uma única vaga para o carro na rua principal em frente a farmácia, mas era proibido estacionar e não me deixaram ir lá nem por um minuto nem tão pouco me atenderam no carro; segui dirigindo até o fim da rua principal, lembro que ao final encontrei uma senhora, simpática, gordinha de cabelos brancos, que me era familiar de outros sonhos nesta mesma rua, ai eu retornava a procura de farmácia, dessa vez mais feliz pois não haveria problemas para estacionar já que eu pedalava um triciclo. Parei na farmácia e sai com uma pílula branca do tamanho de um botão na mão e neste instante fui despertada por um telefone.